Dia 09 de Abril Nacional do Aço

Para falarmos sobre o aço, teremos obrigatoriamente de falar sobre o Nióbio: a riqueza desprezada pelo Brasil

Países ricos gostariam de tê-lo extraído do seu solo, enquanto o Brasil dispensa pouca importância a esse mineral com tão vastas qualidades e de incontáveis aplicações

O nióbio, símbolo químico Nb, é muito empregado na produção de ligas de aço destinadas ao fabrico de tubos para condução de líquidos. Como curiosidade, o nome nióbio deriva da deusa grega Níobe que era filha de Tântalo que foi responsável pelo nome de outro elemento químico, tântalo.

O nióbio é dotado de elasticidade e flexibilidade que permitem ser moldável. Estas características oferecem inúmeras aplicações em alguns tipos de aços inoxidáveis e ligas de metais não ferrosos destinados à fabricação de tubulações para o transporte de água e petróleo a longas distâncias por ser um poderoso agente anticorrosivo, resistente aos ácidos mais agressivos, como os naftênicos. Inúmeras são as aplicações do nióbio, indo desde as envolvidas com artigos de beleza, como as destinadas à produção de joias, até o emprego em indústrias nucleares. Na indústria aeronáutica, é empregado na produção de motores de aviões a jato, e equipamentos de foguetes, devido a sua alta resistência a combustão. São tantas as potencialidades do nióbio que a baixas temperaturas se converte em supercondutor.

O elemento nióbio recebeu inicialmente o nome de “colúmbio”, dado por seu descobridor Charles Hatchett, em 1801. Não é encontrado livre no ambiente, mas, como niobita (columbita). O Brasil com reserva de mais de 97%, em Catalão e Araxá, é o maior produtor mundial de nióbio, e o consumo mundial é de aproximadamente 37 mil toneladas anuais do minério totalmente brasileiro. Ronaldo Schlichting, administrador de empresas e membro da Liga da Defesa Nacional, em seu excelente artigo, que jamais deveria ser do desconhecimento do povo brasileiro, chama a atenção sobre a “Questão do Nióbio” e convoca todos os brasileiros para que digam não à doutrina da subjugação nacional. Menciona que a história do Brasil foi pautada pela escravidão das sucessivas gerações de cidadãos submetidos à vergonhosa doutrina de servidão. Schlichting, de forma oportunista, desperta na consciência de todos que “qualquer tipo de riqueza nacional, pública ou privada, de natureza tecnológica, científica, humana, industrial, mineral, agrícola, energética, de comunicação, de transporte, biológica, assim que desponta e se torna importante, é imediatamente destruída, passa por um inexorável processo de transferência para outras mãos ou para seus ‘testas de ferro’ locais”. Identificam-se, nos dizeres do membro da Liga de Defesa Nacional, as estratégias atualmente aplicadas contra o Brasil nesta guerra dissimulada com ataques transversais, característicos dos combates desfechados durante a assimetria de “4ª Geração”.  Os brasileiros têm que ser convencidos de que o Brasil está em guerra e que de nada adianta ser um país pacífico. Os inimigos são implacáveis e passivamente o povo brasileiro está assistindo a desmontagem do país. Na guerra assimétrica, de quarta geração de influências sutis, não há inicialmente uso de armas e bombardeios com grande mortandade. O processo ocorre de forma sub-reptícia, com a participação ativa de colaboracionistas, entreguistas, corruptos, lobistas e traidores. O povo na sua esmagadora maioria desconhece o que de gravíssimo está ocorrendo na sua frente e não esboça nenhum tipo de reação. Por trás, os países hegemônicos, mais ricos, colonizadores, injetam volumosas fortunas em suas organizações nacionais e internacionais (ONGs, religiosas, científicas, diplomáticas) para corromperem e corroerem as instituições e autoridades nacionais para consequentemente solaparem a moral do povo e esvaziar a vontade popular. Este tipo de acontecimento é presenciado no momento no Brasil.

O Povo brasileiro tem sido entretido com politicagem e se esquece que é com as suas riquezas que podemos passar de  subdesenvolvidos e desenvolvidos. Esquecemo-nos disso quando falamos em deixar um País melhor para nossos filhos e netos.

Pensem nisso, divulguem, isso.

Filipe de Sousa

Página Inicial

 

Todos os jornais PDF

 

Compêndios (PDF)
- Vale do Paraíba Paulista
- Região Serrana da Mantiqueira
- Litoral Norte Paulista
- Região Bragantina
- Região Alto do Tietê
- Manual Ecológico

- Relatório COP21 (Inglês) - Paris 2015/30

 

Matérias Fixas

- Turismo no Est. de São Paulo
- Cone Leste Paulista
- Região Metropolitana de São Paulo

 

Regiões/Culturas/Turismo
- Circuito das Águas
- Circuito Alto Paraíba
- Circuito Mantiqueira
- Costa Verde
- Caminhos do Tietê
- Rota da Fé
- Rota dos Bandeirantes
- Turismo Rural
- Vale Histórico
- Festas e Festivais
- Cortejos
- Danças
- Romarias
- Música de Raiz Vale do Paraíba
- Folguedos

 

Biblioteca de Projetos

 

Gazeta Valeparaibana

Expediente

Redação

Administração

Redes Sociais

Facebook

Vk

Twiter

Faça a sua doação

Mensal

Anual

Recicláveis

Você Leitor

Quer ser um voluntário?

Novos autores

Fale conosco

Outras facilidades

Sua opinião

Tribuna Popular (reclamações)

Turismo